Nas artes cênicas, atuou em grandes espetáculos tais como: “O Círculo de Giz Caucasiano” de Bertold Brecht - “O Homem Imortal” de Luiz Alberto de Abreu – “Rei Lear e Comédia dos erros” de W. Shakespeare, entre outros. Participou de produções teatrais nas peças: “A Família Addms” de Cássia Barros e “O Presidente exige mais bonecos” de Kadu Pinheiro e renomados festivais de teatro como “Isnard Azevedo” em Florianópolis.

Fez grandes cenários para Cia de Dança “Jaime Arouxa” e curtas para cinema, entre eles: “Por dentro de uma gota d’água” de Felipe Bragança e Marina Meliande, onde fez cenografia com Clara Meliande e Gustavo Bragança; - “Crianças” de Pedro Modesto e “Um dia, Um Jardim” de Mônica Brito. Como design, fez um belíssimo troféu para premiação de melhores atores teatrais no ano de 2001.

30 junho 2012

RIO + 20

A maioria dos chefes de Estado e de governo nem chegou, mas o carioca viveu ontem um dia de caos no trânsito por causa de passeatas de mulheres, índios e de defensores das florestas.

DE PARAR O TRÂNSITO

Foto Paulo Nicolella
DE PEITO ABERTO: Reprsentantes dos movimentos feministas na Cúpula dos Povos tomaram o centro do Rio para protestar contra a mercantilização da natureza e defender os direitos das mulheres
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O carioca enfrentou ontem um verdadeiro pulgatório no trânsito e assistiu a cenas inusitadas no seu deslocamento pela cidade. Quem tentou chegar ao centro logo pela manhã se deparou com uma manifestação de cerca de cinco mil pessoas, a maioria mulheres que, peitos a mostra estavam dispostas a alertar para o mau uso dos bens da natureza. Exigiam respeito a seus direitos e bradavam: " A nossa luta é por respeito, mulher não é só bunda e peito." Mais tarde, munidos de arco e flecha, centenas de índios fecharam pistas do aterro do Flamengo para protestar e depois seguiram para a sede do BNDES. Contrários aos investimentos feitos pelo banco em grandes projetos na Amazõnia, como a usina de Belo Monte, os índios tomaram os jardins do BNDES e assustaram os seguranças. Acabaram sendo recebidos mais tarde pelo vice-presidente do BNDES João Carlos Ferraz. Mas não bastasse toda essa movimentação pela manhã, a tarde, ambientalistas e populares que protestavam contra o Código Florestal fecharamfecharam as pistas da Avenida Rio Branco. Enquanto isso, no Riocentro, diplomatas tentavam dar uma forma final ao documento que deve ser apresentado aos chefes de Estado e governo apartir de amanhã. As negociações entraram pela noite adentro sem que se conseguisse colocar um ponto final no texto, como queria, como queria o Brasil. Os europeus pressionaram para incluir metas e prazos dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). a (boa) novidade é que o orgão de meio ambiente das Nações Unidas, o Pnuma, deverá ser fortalecido, embora não vire uma agência, como defendiam alguns. O documento também mostra que o tema da agricultura familiar simplesmente desapareceu dos parágrafos. As florestas também ficaram sem ações que garantam sua restauração ou recuperação. O texto sugere apenas esforços para atingir a admisnistração sustentável dessas areas. Ou seja, mais vago impossível. no rame-rame da diplomacia, muito se perde. Só é indispensável mesmo é ganhar em paciência para enfrentar o tumulto das ruas.







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