No fatídico 23 de julho, quando a morte de Amy Winehouse foi anunciada, a venda de CDs da cantora inglesa cresceu 37 vezes. Quando o mundo parou para acompanhar o funeral de Michael Jackson, foi a mesma coisa. Ele vendeu 4 milhões de albuns em um mês. E o sucesso não é efémero na morte. Em 2010, Elvis Plesley, morto há 35 anos, liderou a lista da revista americana Forbes de celebridades que mais lucraram após o falecimento. Amy, Michael, Elvis e tantos outros que morreram repentinamente eram famosos em vida. Mas o que motivou o aumento de fãs póstumos? "É uma forma de manter vivo o ídolo', Diz Simone Domingues, psicóloga da Unicsul, em São paulo.
Além disso o sentimento da perda contagia os que nem eram fãse as repetitivas notícias sobre a celebridade aumentam o efeito, causando envolvimento geral. "A imprensa apimenta a curuosidade do ser humano", afirma Cristiane Decat, doutorada em psicologia da saúde pela UnB.
Ea fortuna do ídolo segue crescendo. Michael jackson, por exemplo, já rendeu mais de R$ 424milhões desde que morreu. Amy segue o mesmo caminho. Ela vendeu 13 milhões de álbuns em 8 anos de carreira. E 1 milhão nas primeiras 2 semanas de sua morte

Guilherme Jaber é Ator, Escritor. Nascido em Minas Gerais, na pequena cidade de Patrocínio, que pertence a mesorregião do Triângulo Mineiro - Alto Paranaíba - de onde saiu pequeno para a grande metrópole do Rio de Janeiro.
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